quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Post-relâmpago sobre visitas.

Juro que me esforço (um pouco) pra postar direitinho aqui, fazer tudo bonitinho. No entanto, me aparece alguém INCRÍVEL e faz essa busca no Deus-Pai (Google, pra quem não sabe ainda).


Eu sei que é super divertida a idéia mas, sério!! Alguém aqui realmente acredita que seja um lucro fazer cover de Michael Jackson em uma época em que ele não é mais tão "in"? Sei lá, eu não arriscava não, amigo(a). Fica a dica!

P.S.: Ó, Piero! É meu Ubuntu lindão ali! :)

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Ainda Orangotangos: amar ou odiar?


Na quarta-feira passada, em um lindo encontro entre amigos que também são blogueiros (Juliano Medina, Gabriela Roehrs, Denize Maia, eu e Juliana Roehrs), fui assistir o filme de Gustavo Spolidoro "Ainda Orangotangos". Confesso que as minhas expectativas eram gigantescas, posto que é um filme gravado em plano-seqüência e tudo mais. Bizarramente, não sei se gostei ou não.

Ok, vou ser mais expecífica. Gostar, eu gostei! No entanto, saí do cinema com uma confusão habitando a minha cabeça. O filme é muito interessante, as transições entre seis contos do escritor Paulo Scott - que era o meu maior medo - se dão de maneira muito boa (e simples) e provoca algumas risadas e sustos. Uma coisa interessante é o fato de toda a história rodar em um raio de 15km em Porto Alegre, sendo que a maior parte se passa na Rua Venâncio Aires - para os moradores da região, esse fator faz com que a pessoa se sinta ainda mais ligada à história.

Outro ponto que me surpreendeu foi a qualidade da trilha sonora, que inclui grandes bandas e clássicos gaúchos dos anos 80. Como não poderia faltar, a música "Soltaram!", do Pata de Elefante, se fez presente na trilha - e eu tenho a impressão de que ela toca em todos os lugares do mundo (apesar de tudo, eu gosto muitão dela!). Além dessa, versões de clássicos como "Festa Punk" e "Shoobidahbidoobah, Porto Alegre é meu Lar", a presença, em massa, da banda Damn Laser Vampires, sobre a qual eu já falei antes aqui, e a presença da banda do Bruno, a A Red So Deep.

Sem dúvida alguma, o "Ainda Orangotangos" merece ser assistido e prestigiado, posto que é o primeiro plano-seqüência do Brasil. Entretanto (e quem me conhece sabe que esse "entretanto" sempre surge), o filme confunde muito e é um tanto impossível sair do cinema sem se perguntar: ok, qual é a moral do filme? Acho que depois de uma semana matutando, cheguei à uma conclusão: a moral é que todo mundo é louco.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Los Hermanos: uma paixão na vida.

Los Hermanos é uma paixão minha há algum tempo e, quando eu passo algum tempo sem ouvir, fico com saudades. Infelizmente, fui "mangolona" o suficiente para não conseguir ver nenhum show deles. Me arrependo desse fato até hoje, mas tenho um pouco de esperança que eles voltem no futuro.

O caso é que, nessa semana, eu vi o DVD do show que eles fizeram no Cine Iris e me apaixonei mais ainda. Não cheguei a ver o DVD inteiro, mas foi o suficiente para baixar, de novo, os quatro álbuns deles e morrer ouvindo.

Breves notas mentais:
* Pra mim, o "4" é tão triste, mas tão triste, que merecia tocar numa cena de choradeira encolhido no cantinho do box do banheiro.
* O "Ventura" fez muito mais sentido depois da Deny me contar que ele é todo baseado em casais de velhinhos (desculpa se todo mundo sabe disso e só eu tô atrasada na vida!).
* A música "Sentimental" faz muito mais sentido quando a pessoa descobre que ela é baseada em uma conversa entre um pai e uma filha que está na fase "eu cresci, agora sou mulher".
* "Cade teu Suín" é a música mais criativa em questão de estrutura de letra que eu já vi na VIDA!

Eu fico muito abobada quando ouço LH e a única coisa que consigo dizer é: eu queria muitão saber compor como o Camelo e o Amarante.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Resultado da promoção.

Gente, peço milhões de desculpas pelo atraso na promoção. O caso é que meu computador ficou num estado deplorável que quase fez com que eu o jogasse pela janela. Passada a raiva (e voltando para o Linux), sou uma pessoa feliz novamente e fiz o sorteio há 10 minutos atrás.

Mostrando os vencedores.



Então, os vencedores são:
1º kit: Gabi Roehrs, do U.S.W
2º kit: Daniela, do Trecos&Trapos
3º kit: Gisele Ramos, do DivaDiz e do BlognaTV

Agora mesmo vou entrar em contato com todos vocês via e-mail pra avisar e combinar como faremos a entrega (eu voto num mini LuluzinhaCamp!).
Obrigada à Pati, do Larissa no Penhasco,pelos brindes e à todas que participaram. Esperem alguma promoção pra quando o blog virar .com (eu só tava esperando a promoção acabar pra poder migrar).

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Mixbazar, Promoção e Vírus.

(Percebam que virou moda - pra mim - essa história de postar um monte de coisa junto!)

Pois bem, hoje é o último dia pra participar da promoção de aniversário de 1 ano do Fase do Vazio e ganhar kits lindos da marca super fofa Larissa no Penhasco! Lembrando que as "regras" da promoção estão aqui. O sorteio vai acontecer às 21h horário de Brasília, haha.

Quando fui na casa da Pati (a dona da marca) pegar os brindes, ela me comentou sobre algo que encomodou - e muito! - nesse último Mixbazar: as lojas. A idéia do Mix era justamente reunir pessoas que trabalhavam com moda "alternativa", ter um local onde as pessoas poderiam comprar o que não se encontra em qualquer lugar por preços razoáveis. O caso é que, atualmente, o Mix Bazar virou um lugar onde se vende de tudo, até Adiddas. Poxa, Adiddas a gente compra na lojinha do shopping. Claro que a quantidade de gente que freqüenta o Mix tem aumentado muito e provavelmente isso tem feito com que os organizadores continuem incorporando esse tipo de lojistas na feira. Sim, nesta altura do campeonato, o Mix virou feira de lojistas, infelizmente. Eu até falaria, em um momento "Vera Guasso e o panelaço", em fazer algum boicote ou algo do gênero, mas não creio que faria muita diferença, já que o grande público, atualmente, é composto pelos interessados em Adiddas e Nike. É uma pena perder esse espaço pra coisas que se encontra em qualquer esquina.

E os vírus estão tomando conta do meu computador. Quem lê o brógui aqui sabe que eu recentemente mudei o sistema operacional de Ruindows pra Linux. A mudança foi linda, exceto por um fator: eu não tinha som. Depois de recorrer ao Rafa, descobrimos (mentira, ele descobriu, eu só tava fofocando com a Deny) que a minha placa de som não funcionava no Ubuntu e que não tinha muito o que fazer. Triste por ficar sem Linux e feliz por ter o som de volta, resolvi baixar o episódio do novo Beverly Hills 90210. Isso foi o suficiente para que o meu note pegasse toda a sorte de vírus existente na façe da inet. E agora, José? Alguém salva além do Ctrl+s e de G-zuz? Aceito sugestões. O pior de tudo é saber que eu tenho anti-virus e, mesmo assim, consigo cagar meu note. Que vida bem triste!

Aguardem o resultado do sorteio! Os kits tão lindos, juro pelo Google (Deus Pai).

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Novo blog no ar!

É com grande prazer que eu apresento pra vocês o meu mais novo blog: Bíblia Fashion.

O intuito do blog é repassar as informações que recebo sobre moda e todas as fofocas dos desfiles que acontecem aqui em Porto Alegre.

E gostaria também de relembrar que a promoção Larissa no Penhasco acaba dia 08/09!!

Para participar, basta fazer um post linkando o Fase do Vazio e o Larissa no Penhasco até o dia 8 de setembro (pra fechar um ano, um mês e um dia, algo bem cabalístico - tô fazendo a Madonna). O sorteio vai ser aleatório, então tendo os links na resenha, tá tudo feito. As vencedoras (é prêmio pra menina, mas meninos que tem namoradas ou que, né, gostam da coisa, participem à vontade!) podem ser de qualquer parte do Brasil.


Houve uma pequena modificação na relação dos kits:

1º prêmio: Bolsa Baguete, Buttoms e Tic Tac com aplicação.
2º prêmio: Bandana (coleção nova!), Buttoms e Tic Tac com aplicação.
3º prêmio: Buttoms e Tic Tac com aplicação.

Peguei os brindes com a Pati e amanhã posto fotos dos kits prontinhos!

Sleep-overs, Marlboros e Jazz.

Ontem foi a vez de passar uma noite e um dia em função da Deny (a minha mãe de coração e da Belela também) sem dormir um segundo sequer. Mais algumas horas e eu chego ao ponto de exaustão completa. No entanto, é sempre bom colocar todas as fofocas em dias, falar dos picumãs alheios e o melhor de tudo: ver vídeos no youtube que mostram o estadinho ao qual chegaram algumas super-celebridades dos anos 80. Como boas viciadas em qualquer coisa dessa época, ficamos dividindo nossa atenção entre os vídeos e o Théo (filho da Deny) - ele é a coisa mais fofa do mundo, daqueles que dão vontade de dar uma surra de tão lindos. Esses vídeos fazem um bem danado pras pessoas: celebridades também envelhecem (e são bagulhos cobertos por 87029854025kg de maquiagem!). Super valeu a procura!

sente o drama das queridas indo levar o Théo pra escola!

Depois de muuuito café e muuuita bobagem, apelamos! Nos jogamos em Beverly Hills 90210 (não vejo a hora de baixar o episódio da nova série!), Jesse (Christina Applegate, WE LOVE YOU!), Suddenly Susan... é, ahazamos todas as séries super 90's das nossas vidas.

Depois de tomar café da manhã às 10h30min e almoçar às 14h30min, fomos comprar nossos grandes amigos cigarrinhos. E não é que a Marlboro lançou dois novos sabores (?) de cigarro? Ok, achei meio viadagem essa história de Ice Mint/Fresh Mint. Entretanto, como sou viciadinha em novidades, fiz a fumante-inexperiente e comprei o Fresh Mint. É bom mas é estranho. Na verdade, é mais estranho do que bom. Tem momentos que a pessoa chega a salivar de tão mentolado que é. Espero asiosamente pelo Marlboro Silver, ok PHILLIP MORRIS?! Diego, põe pressão na fumageira por mim!

Tô me achando "chic no úrtimo" com toda essa agenda bombante. Afinal de contas, depois ainda tem jazz no Insano com o Sexteto Blazz - e é for free pra mim (se eu achar o convite!).

P.S.: Primeiro post-diário da vida útil desse blog. Mas foram momentos memoráveis que precisam ser eternizados aqui.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Rondinha é o paraíso!

Eu sei que logo logo serei só mais uma a falar sobre Rondinha. No entanto, gostaria de deixar registrado a minha atual paixão pelo lugar. Tem coisas que só o Fanny faz por você e te levar pra melhor praia do mundo, sem dúvida, é uma delas.

É, praias super paradisíacas com buatchys super bombásticas são fichinha pra esse balneário de Arroio do Sal. Vou colocar uma foto da vista da varanda da casa pra vocês terem uma breve noção do lugar. Créditos pro motorista-Fanny.



Foram várias horas deitada na rede tendo essa paisagem de plano de fundo, compondo músicas super trend-setter tipo "Schrubles in You" (isso vai virar hit!) e rindo das temáticas do futuro grande programa "Saravá (Fm ou Music ou Podcast ou ...)". Coisas que o dinheiro (tirando o da gasolina e dos pedágios abusivos) não compra.

Eu, no auge do momento saudável dos participantes, escalei o topo daquela duna. Pode parecer pouca coisa, mas pruma criatura de 1,53m sair ilesa disso tudo é uma vitória. Pensem bem: se eu caísse (e eu quase caí) de cabeça, eu morria. É muita altura pra essa pessoa que vos fala.

De qualquer maneira, o mar tava lindo, o tempo tava lindo, Rondinha é linda, todo mundo é lindo e eu me senti fazendo o Caetano (Veloso) nesse momento.

A única coisa que é meio preocupante é a falta de policiais no local. Tá, nem é tão preocupante assim. Claro que, se alguém morre ou acontece qualquer coisa, é preciso vir um policial do "centro" de Arroio do Sal, o que deve demorar uns 20 e poucos minutos pra acontecer. Dá tempo de matar metade da cidade e fugir. A parte boa é que pessoas desprovidas de carteira de motorista (eu) e agraciadas com grandes amigos (Fanny) conseguem dirigir pra caçar almoços. É uma felicidade sem fim.

Agora me despeço deixando pra vocês a imagem de moi, deitada na rede, curtindo aquele tipo de sol que te deixa com a marca mais esdrúxula possível.


Agradeço a companhia dos fiéis escudeiros Fanny, Stigger e mando um beijo especial pros tios Charles Bronson, banda Cream (UHAUHAHUHUAHU colocar o prefixo "banda" é f*da!), banda Who, Denis Hopper, Peter Fonda e Jack Nicholson. Valeu ae a companhia do fim de semana.

domingo, 31 de agosto de 2008

Blog Day 2008!



Muito bem. Hoje é o Blog Day e eu voltei pra cidade grande bem à tempo de fazer parte da 4 edição do "evento".

Regras básicas:

1. Encontrar 5 novos blogs que você considera interessantes
2. Notifique a 5 bloggers que você está recomendando-os como parte do BlogDay 2008
3. Escreva uma breve descrição dos blogs e colocar um link para os blogs recomendados
4. Post a BlogDay Post (em 31 de agosto) e
5. Adicione o BlogDay tag usando este link:
http://technorati.com/tag/BlogDay2008 e um link para o site
(Sim, copiei as regras básicas do blog da Daniela)

Senta que lá vem blog! (Aviso que pessoas com menos de 15 anos não vão entender essa piada, posto que serão muito novos pra lembrar desse clássico da TVE).

Casa da Narcisa: "Blog de variedades" não parece ser uma definição justa pra esse blog. Leio sempre e quase morri com o vídeo que postaram da própria Narcisa Tamborindeguy. Achei muito trend-setter.

http://casadanarcisa.wordpress.com

Hit na Rede: Conheci a Cler no Ceva&Blogs IV (não me lembro do subtítulo dessa edição) e adorei o blog. Tudo o que tiver de novidades sobre música, tá lá.

http://hitnarede.com/
Quem Matou a Tangerina: Mais um blog de "variedades". Merecem um destaque por todos os dossiês que postam de diversos filmes clássicos.

http://www.quemmatouatangerina.com/


Manual do Cafajeste (Para Mulheres): Muita gente acha que o Cafa é machista e acabam caindo em cima da criatura. No entanto, eu acho muito válido e a minha parte masculina sempre se diverte com as denominações pras mulheres como "lanchinho", "mulher-múmia" e por aí vai.

http://www.manualdocafajeste.com/

Blog na TV: Mais um blog que conheci na quarta edição do Ceva&Blogs. O título do blog é auto-explicativo e ele consegue suprir a minha necessidade de informações sobre séries.

http://blognatv.com/blog
Fica a dica!

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Eu já quis casar com Michael Jackson


É bem isso que vocês leram. Eu já quis casar com o Michael Jackson. No entanto, a imagem que eu cultivava dele na minha cabeça (coisa da minha mãe) era dele negro, novinho e tudo mais. Tipo como ele está até a época do Thriller.

Eu demorei muito tempo pra assumir esse "sonho" antigo (é, eu era muito fã! tinha os cds, vhs e realmente sonhava com ele) e nada melhor do que o dia do aniversário do Rei do Pop pra assumir isso na internet.

É, o titio Michael tá fazendo 50 anos. Foram tantos sucessos que eu nem vou me dar ao trabalho de fazer listas aqui (até porque eu não sei fazer esse tipo de coisa). Só vou enumerar algumas coisas favoritas:

1) Eu tenho o CD BAD até hoje e acho ele genial.
2) Minha primeira lembrança do Michael (ó a intimidade) foi em um clipe de "Say, say, say" com o (gênio) Paul McCartney.
3) Eu vi o VHS da turnê de Thriller umas 10 mil vezes.
4) Eu vi o clipe de Billie Jean pro aniversário de 25 anos da Motown - aquele em ele faz o primeiro moonwalk da história (?) - umas 10 mil vezes.
5) Eu sonhava, quando tinha uns 5 anos, que ia casar com o Michael e achava que isso realmente ia acontecer. É, eu era precoce.

Não adianta. Michael é genial, é maravilhoso. Na verdade, como a minha mãe sempre diz, "desde que eu não precise ver ele, tá tudo bem". Vamos combinar: MJ tá uóssimo com aquele não-nariz. Até complemento o comentário da mãe: eu acho que depois da época de Black&White ele decaiu e nem ser ouvido não precisa.

Fico feliz de ver que a rádio que eu sempre escuto, a Impanema FM, tá fazendo altas homenagens ao Michael, tocando em todos os programas, no mínimo, uma música dele. E, como não podia ser diferente, o programa Atari Hits, que me faz feliz tocando só música dos anos 80, tá com uma programação só com Michael Jackson.

O Michael Jackson é insuperável. Ele é foda e eu queria dançar como ele. Além de tudo isso, até clipe com o Marlon Brando (reeeei!) ele fez. "You Rock My World" é uma das minhas músicas favoritas junto com "Thriller", "Beat It", "Bad" e a atual favoritinha "Billie Jean".

Vou deixar pra vocês uma releitura que o Chris Cornell fez de Billie Jean que, particularmente, eu achei FODA DEMAIS!

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Fracasso operacional.

Eu estou profundamente abalada! Há uns quatro dias estou tentando migrar para o Linux e largar de mão o Windows cheio de vírus. No entanto, como se fosse um karma, não tem cristo que faça com que eu consiga instalar o Ubuntu no meu computador. Não sei exatamente qual é o problema, mas ele me deixa triste, posto que eu sempre resolvi todos os assuntos referentes ao funcionamento do meu computador sozinha.

A ladainha tá rolando no mesmo estido de quando eu tentei embutir legenda em um arquivo de vídeo. No entanto, espero que alguma boa alma me ajude nessa luta. Permanecer nesse Ruindows tá complicado. Além de tudo isso, quase me matei tentando instalar o modem de novo. Praticamente chorei ajoelhada, olhando pro céu e de mãozinhas juntas como mamãe ensinou a rezar. Felizmente, essa parte eu superei (depois de procurar pelo manual em todos os cantos da casa!).

É, essa vida tá complicada.



Um pequeno aviso: peço que os participantes da promoção de aniversário do blog comentem no post que contém as infos, dizendo que estão participando da promoção e enviando o endereço do blog. Não tenho outra maneira de saber quem está participando.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Promoção de Aniversário.

No dia 7 de agosto, o Fase do Vazio fez um ano online. Como, para mim, um ano de blog significa muito (eu não sou muito boa em manter coisas funcionando; sempre acabo desistindo das coisas pelo meio do caminho), estou fazendo uma promoção.

Negócio é o seguinte: nos dias 30 e 31 de agosto, vai acontecer o Mix Bazar lá no Cais do Porto, aqui em Porto Alegre. A minha super best trend-setter, Pati, vai estar por lá com a sua super marca Larissa no Penhasco e todas as coisas lindas que ela sabe fazer. É festival de bottom, bolsa e tudo quanto é acessório. Pra quem não pode ir até o Mix e lê o blog, eu vou sortear alguns kits com tic tacs com aplicação, chaveiros, buttoms e bolsa baguete.

A promoção funcionará da seguinte maneira: basta fazer uma resenha linkando o Fase do Vazio e o Larissa no Penhasco até o dia 8 de setembro (pra fechar um ano, um mês e um dia, algo bem cabalístico - tô fazendo a Madonna). O sorteio vai ser aleatório, então tendo os links na resenha, tá tudo feito. As vencedoras (é prêmio pra menina, mas meninos que tem namoradas ou que, né, gostam da coisa, participem à vontade!) podem ser de qualquer parte do Brasil.


Relação dos kits.

1º prêmio: Bolsa Baguete, Chaveiro, Buttoms e Tic Tac com aplicação.
2º prêmio: Chaveiro, Buttoms e Tic Tac com aplicação.
3º prêmio: Buttoms e Tic Tac com aplicação.

Assim que a Pati me mandar os kits eu tiro fotos deles já montados e coloco aqui pra vocês.

Estamos crescendo!

O fato de este post estar, finalmente, sendo escrito me deixa muito feliz. Após mais de um ano de Fasedovazio (calma que a promoção de aniversário tá chegando), eu vos conto, queridos leitores, que o blog avançou mais um passo na escada de crescimento da blogosfera.

Graças a uma belíssima promoção, veiculada n'O Fim da Várzea, que eu ganhei, esse blog em breve fará parte da família .com.

Ok, a felicidade se dá pelo fato de, primeiramente, eu ter ganho alguma coisa (o meu azar deveria ser estudado por especialistas) e, segundamente (proposital, gente! proposital!), ao fato de eu ter conseguido algo que eu queria há um tempo e que, provavelmente, iria ter de esperar mais para ter.

Então, meus singelos agradecimentos ao Noronha por tornar isso possível. E como diria Buzz Lightyear: "Ao infinito e além...".

P.S.: Espero que a minha ex-loirice não me atrapalhe muito.
P.S.²: Tem blog novo chegando. Dessa vez, só coisa de mulherzinha porque a gente gosta.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

John McClane é O cara.

Mais um fim de semana em casa assistindo filmes com o Fanny. Na última vez, como vocês sabem, fizemos a nossa felicidade alugando todos os Rambo e todos os Rocky. Em um intervalo entre filmes, chegamos à conclusão de que deveríamos alugar os Duro de Matar da próxima vez. Como nenhum de nós aguenta muito tempo sem um bom filme de ação, alugamos no sábado os quatro filmes da série com o fantástico Bruce Willis.

Eu confesso que sempre achei ele um ator interessante. O filme mais próximo de ação dele que eu tinha visto foi o Lágrimas do Sol (que, por sinal, é ótimo!). De resto, era aquela lenga lenga de Armagedon e tudo mais. E não é que o tiozão me surpreendeu de novo?

John McClane é o cara mais azarado (se é que podemos colocar nesse termo) que eu já vi numa tela. Ele é um rambo mais realista e com menos problemas - isso se você desconsiderar o fato de ele sempre estar no lugar errado na hora errada, o que eu acredito ser uma grande coisa. McClane tá todo rengo no primeiro filme, a mulher não quer saber dele e, ainda por cima, está usando seu nome de solteira. McClane, que adora se sujar de sangue, se mete numa festa de Natal da empresa de sua mulher, Holly, e acaba se metendo num puta problemão: ataque de terroristas internacionais. Creio ser desnecessário contar que ele salva todo mundo.

São incontáveis as vezes em que o McClane se mete em porcaria e mais incontáveis ainda as vezes em que ele se salva dessas. Pelo menos a arma dele não tem um pente com munição infinita e, quando essa munição acaba, ele tende a derrubar helicópteros com carros (vide "Duro de Matar 4.0"). É, o cara é foda.

Tá começando a ficar difícil manter restrita a lista de heróis do cinema. Rambo, Rocky, McClane... daqui a pouco nem o álbum do orkut "Movies" ou o "Wannabe" vai ter espaço pra tanta gente.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Ceva&Blogs V: Judgment Day

É chegada a hora da 5ª edição do Ceva&Blogs, sendo essa uma edição "especial" que mais parece um teste de resistência do mundo e de prova de identidade de duas figuras ilustríssimas da blogosfera: Becher e Bender

Reza a lenda que eles seriam a mesma pessoa e que esse encontro resultaria no fim do mundo. Nas palavras do Bender, esse é o processo que pode vir a ocorrer hoje à noite, no Cavanhas (de 2 andares) da Lima e Silva a partir das 19h:

1 - existem duas pessoas iguais, mas em diferentes lugares com diferentes personalidades (mais ou menos como Pelé e Edson Arantes do Nascimento)
2 - essas pessoas se encontram
3 - é o fim do universo. Reboot.

O grande caso é que não sabemos quem é quem e se os dois existem separadamente - na verdade, acho que nem eles sabem quem é quem.

Breve história veiculada no Faneinbox sobre a possível origem da situação:

O que poucos sabem é que na realidade o Bender (ou o Becher) é clone do irmão gêmeo morto do Becher (ou Bender) chamando Baquer que infelizmente (ou felizmente) já morreu - redundância trás um ótimo clima. Bequer foi raptado na maternidade por um Doutor louco chamado Albieri(?). Segundo fontes seguras, Albieri clonou Baquer e o chamou de Becher (ou Bender). Nunca se pode comprovar uma teoria dessas sem por em prática.

O mais legal? Se o mundo acabar, ninguém paga a conta!

A única tristeza? Tem jogo do Grêmio às 20h30min e acho que não vai ser possível acompanhar.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Sylvester Stallone: o rei!

Vou fazer um resumo do fim de semana: chuva, pouca grana e nada pra fazer. Resultado: alugamos (eu e o Fanny) todos os Rocky e todos os Rambo.

Eu sei que é uma falha brutal eu nunca ter visto nenhum dos dois e eu assumo que me sentia menos gente devido à isso tudo. E eu sou, de fato, uma nova pessoa. É, Sylvester Stallone mudou minha vida.

Eu nunca fui muito fã de filmes com esse tipo de gente (Stallone, Van Damme, Schwarzneger, etc). Sempre achava que era pancadaria sem explicação/razão e ponto final. No entanto, tudo mudou depois desse fim de semana. Ok, nem tudo. Permaneço achando o Van Damme um zero à esquerda e o Schwarzneger um cara que fica engraçado fazendo comédias com crianças (vide "Herói de Brinquedo"). Mas o Stallone... nossa! O Stallone merece um lugar à parte.

Tudo começou quando eu vi pela primeira vez "Stallone Cobra". Claro que nessa época o cara não tinha muitas falas. Quando tinha, eram bobagens enormes, tipo "você é um cocô" (adoro essas dublagens) e a mais clássica "o crime é uma doença e eu sou a cura". O caso é que o cara conseguiu se superar ao fazer o roteiro do Rocky e atuar. Isso sem falar no fato de ele ter dirigido o último Rocky (o "Rocky Balboa") e o último Rambo. Na verdade, eu vejo o Stallone como um homem multi-uso. Só faltava ele dar porrada e ainda segurar a câmera.

Opiniões sobre o Rocky:
Rocky é um brasileiro e não desiste nunca. Luta como um animal, dá lição de moral em todo mundo, salva guriazinhas para que, no futuro, elas não sejam chamadas de vadias e ainda ganha uma guria que é mais estranha do que ele. Sim, o Rocky é estranho - na verdade, ele parece ter, no mínimo, problemas de dicção (além de uma vontade interminável de falar "you know" SEMPRE quando vai terminar uma frase). Tirando isso, ele é a personificação ficcional do "desistir? jamais!", mostrando que trabalho duro sempre é recompensado (eu tenho dúvidas sobre essa parte ser verdade). O cara é f*da e mereceu ter ganho todos os Oscars que ganhou. Além disso tudo, meu sonho atualmente é sair correndo pela rua ouvindo "Gonna Fly Now".

Opiniões sobre o Rambo:
Dá pro Rambo ser mais forte? Veja bem, o cara carrega armas que geralmente estão em helicópteros e/ou que precisam de um tripé. E ele faz isso mesmo depois de velhão (vide Rambo V). É bem perceptível que o super poder dele é se camuflar de uma maneira muito eficaz em poucos segundos e matar as pessoas silenciosamente. O mais bizarro de tudo é que ele é pra ser uma mistura de alemão com índio. Daí, eu vou pergunto: alemão ONDE? Sério, o Rambo não tem NADA de alemão! Mesmo assim, o Rambo é matador (Hãn? Hãn? Entenderam a piada? Aprendi com o Rocky).

É, pessoal! O Stallone nos deu grandes ensinamentos nesses 10 filmes, sendo eles:
1) Cuspir no chão no primeiro encontro é bom. Dessa maneira, você mostrará sua masculinidade e virilidade, ganhando o pirão (gíria Bourée para gatinha(o)/gostosa(o)/pessoa fisicamente simpática). - aprendido em Rocky I
2) Invente piadas todos os dias e passe no local de trabalho da(o) pretendente duas vezes ao dia para contar uma nova. Se ela/ele não rir, diga que é difícil fazer piadas. - aprendido em Rocky I
3) Se você precisa lutar, lute. - aprendido em todos os filmes do Rocky
4) Soviéticos são fortes e estranhos. - aprendido em Rocky IV
5) "Se ele morrer, morreu." - dito por Ivan Drago em Rocky IV
6) "Eye of the tiger, eye of the tiger." - dito 758375697653 vezes por Apollo Creed em Rocky III
7) Não sinta dor - aprendido em todos os filmes do Rambo
8) Só confie no Trautman - aprendido no Rambo I, II e III.
9) Tendo um treinamento militar você pode carregar por vários km armas hiper pesadas que ficam em helicópteros. - aprendido em todos os filmes do Rambo
10) Não se meta em guerras ou você só "pegará" duas mulheres em 4 filmes (a tailandesa louca, que logo morre, e a americana, que ele nem chega a pegar de verdade). Caso se meta em guerras, não leve a mulher: ou ela morre ou ela arranja outra coisa pra fazer. Caso ela lhe dê algum souvernir, use-o (vide colar de pedrinha verde - Rambo II - e crucifixo - Rambo IV). - aprendido no Rambo II e IV

Sylvester Stallone salvando vidas. Esse merecia um 0800.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Top 5: séries que mudaram a minha vida.

Como meus amigos bem sabem, eu sou uma baita viciadinha em séries. Não importa muito o tipo de série, se me faz rir, se me faz chorar... O caso é que algumas delas mudaram a minha vida completamente. Vamos ao lindo Top 5.

#5: FRIENDS


FRIENDS foi uma das primeiras séries que eu vi direitinho, acompanhando todas as temporadas. Nessa época eu não tinha tv a cabo, então acabava apelando pra box de temporadas, o que considero ser muito melhor. E FRIENDS, pra mim, é uma obra prima. Foi com essa série que o meu inglês "deslanchou" de vez, tanto que, hoje em dia, eu vejo sem legendas. É impossível escolher o episódio mais significativo pra mim (assunto esse que sempre figura algumas conversas com muita gente. O Fanny, por exemplo, não aguenta mais ouvir eu e o Stigger falando sobre o episódio do "Holiday Armadilo" - correção da Gisele Ramos.) Isso sem falar nas músicas da Phoebe, nas crises da Rachel, nas burrices do Joey, nas piadas do Chandler, nas limpezas da Monica e do projeto musical do Ross. FRIENDS é pra vida inteira!

Um dos meus trechos favoritos: a música de natal que a Phoebe fez, usando os nomes de todo mundo pra letra.



#4: E.R.


Eu nunca fui muito fã da série do George Clooney (mas acho ele um baita pirão!), nunca achei muita diversão em ver zilhões de pessoas morrendo numa sala de emrgência. No entanto, em um fatídico dia, eu dei o braço a torcer. E.R. é maravilhoso e se não fosse por essa série eu talvez não teria vontade de ver House (dentre outras séries com essa temática). Foi uma grande "indicação" do Raphael e eu sinto muita falta de ficar 3 horas direto na frente da TV nas quintas à noite pra ver o que vai acontecer.

#3: America's Next Top Model


Sim, começaram a surgir as séries de mulherzinha. Pra mim, ANTM é uma forma de "participar" dessa vida de modelo que eu não posso ser. Parece estranho, mas eu me divirto um monte vendo a série e imaginando o que eu faria em tal situação, como seria se eu tivesse naquela sessão de fotos. Quem me dera se eu tivesse 1,80m de altura, pesasse 45kg e pudesse participar do show.
Eu assisti o Brazil's Next Top Model e achei um cocô. Alguém faz o favor de tirar a sombrancelha daquela Fernanda Motta? Enfim, o mais bizarro foi saber que a vencedora do primeiro ciclo teve um mês de "vida de modelo", posto que a Ford não foi de muito ajuda e até falou que o BrNTM não abriu nenhuma porta pra ela.
Ok, mas o foco é o ANTM. Tyra Banks é maravilhosa (apesar de eu achar ela meio gordinha atualmente), os juizes são sempre engraçados e é bem interessante ver o que tá acontecendo na moda hoje em dia pelos olhos de vários fotógrafos.

#2: Gilmore Girls


Acho que GG foi a série que mais me fez chorar na vida toda. Depois de um tempo, mais pro final da série, a coisa foi ficando meio morna e algumas atitudes da Rory eram meio sem explicação. No entanto, ver a Lorelai e a Rory por tantos anos (eu comecei a assistir quando passava no SBT... nem sei em que ano era isso) e perceber semelhanças entre as duas foi uma experiência apaixonante. Me marcou tanto que, hoje em dia, tudo o que o Milo Ventimiglia faz, eu quero ver. Só não vi Rocky Balboa ainda, mas tá na lista. GG é o tipo de série de mulherzinha, quase uma série pra ver, no início, com a mãe do lado - acho linda a ligação entre a Rory e a Lorelai.

#1: Sex And The City


Foi uma das últimas séries que eu comecei a ver e me apaixonei de cara. Sempre tive o ideal de ser escritora - que permanece até hoje como idealização, tirando esse blog - e ver a Carrie Bradshaw era sempre algo que me empolgava. Tem gente que diz que a série é meio overrated, que ninguém sai na rua com aquelas roupas. Pense só: 4 mulheres completamente diferentes em NYC com dinheiro e que vão a um monte de festas. Nada pode ser mais divertido do que isso. No início eu acabava pegando um pedacinho no "Sex And The City Light", no Multishow. Depois fiquei tão viciada que hoje em dia tenho dois box de temporada, o livro e mal vejo a hora de comprar o filme (a trilha sonora eu já tenho).
Bom, se querem saber da minha opinião sobre o filme, eu gostei. Achei mais "Love And The City" do que "Sex And The City", mas ele vale a pena por todas as roupas e sapatos - isso sem mencionar as locações. O filme também me fisgou pela trilha sonora, que eu ouvi uma semana antes do filme estreiar no Brasil. As músicas foram bem encaixadas e é possível ver uma "ligação" entre elas. Além de tudo isso, a Fergie me surpreendeu! "Labels or Love" é uma música incrível e eu não imaginei que ela poderia fazer algo tão interessante.
SATC é uma série que eu posso ver eternamente, sabendo que nunca vou enjoar!

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

A necessidade de ressuscitar bandas.

Antigamente, quando a vida-útil de uma banda se esgotava e o guitarrista não emplacava uma carreira solo/arranjava outra banda/morria ele entrava em um outro grupo do showbiz: vídeo-aula. Hoje em dia, com essa alternativa meio escassa (?), há uma necessidade de ressuscitar a antiga banda. E não importa se o vocalista morreu... arranja-se outro e "simbora, moçada"!

Temos exemplos críticos de bandas que ficaram no limbo por um tempo e voltaram. Algumas pioraram de vez, outras parecem fazer um cover da banda antiga.

The Doors, pra mim, é a banda do saudoso Jim Morrison e não a do vocalista-do-Fuel (sim, não me prestei nem a saber o nome dele). O pior de tudo é ter gente (da banda) dizendo que esse vocalista novo é muito mais "Doors" que o Morrison. Ok, mentira minha. Pior do que isso é saber que cobram uma grana considerável (que eu me lembre, foi $80,00 o ingresso mais barato) pra ver o "projeto-cover". A banda morreu e tá na hora de largar o osso.

O que me causa mais depressão entre todas essas ressurreições é a do B52's. Sério, ver um clipe deles é uma tristeza sem fim: eles tentam parecer bem modernosos, "novos" e tal. Um dos caras até anda de patinete (wtf???) no clipe de "Funplex". Confesso que a música em si é legal, já ouvi no rádio e já gostei. Agora, ver eles, ver a Kate Pierson daquele jeito é triste. Sabe o que as duas parecem? Aquelas mães peruas de filme americano de adolescentes no colegial/início da faculdade, aquelas que tentam pegar os amigos do filho... Eu acho tudo isso querer forçar a barra; seria melhor manter aquela imagem antigona deles e manter a imagem da Kate Pierson com o Iggy Pop em "Candy".


Sente só a cara das criaturas!


Claro que algumas bandas eu apóio a idéia de "ressuscitar". A diferença é que essas bandas não estão, de fato, mortas... só estão no rehab ou vegetando por aí. Se elas não voltassem, eu ficaria desanimada por não ter a possibilidade de vê-las no palco (isso, sonha Luísa! Porto Alegre não é bem a capital que todas as bandas visitam). Com confirmações de turnê mundial do AC/DC e do KISS, eu fico mais esperançosa.

Já no segmento "bandas-dinossauro", a semi-volta mais sem cabimento, pra mim, foi a do Led Zeppelin. E com um anúncio de um show apenas, eles fizeram o mundo inteiro ficar querendo se meter em um sorteio para poder comprar o ingresso. Ou seja, em primeiro lugar a pessoa precisa ter a sorte pra ganhar o sorteio e, depois, precisa ter a grana pra viajar até a Europa e para comprar o ingresso (que também não era dos mais baratos).

Daqui a pouco vão querer ressuscitar até os Beatles. Na verdade, acho que o Paul McCartney não chegaria a esse ponto. Se chegasse, ia precisar ter uma conversinha com o Michael Jackson sobre os direitos autorais das músicas que o próprio Paul fez. É, esse mundo é bem estranho.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

A triste história de um triste blogger.

Eu tenho um sonho! No entanto, o meu sonho não é tipo o do Martin Luther King. Meu sonho é um tanto mais modesto: quero um domínio .COM pra esse blog.

Sou blogueira pequena e eu podia estar matan'o, rouban'o, mas não! Estou aqui, fazendo um post para essa promoção. Sofro, há mais de um ano (sim, fizemos um ano e eu me esqueci de comemorar aqui... em breve faço uma promoção comemorativa!), a opressão de todos os domínios .com que circundam a blogosfera. Meus olhos brilharam ao ver que O Fim da Varzea fez a grande promoção que poderia realizar meu sonho e já até imagino como seria assinar as listas de chamada do Ceva&Blogs com um domínio .com e fazer parte da "elite" blogger.

Sem mais delongas, apenas digo que quero o meu!

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Top 3: músicas com fetiche.

Não é nenhuma novidade eu contar pra vocês que eu tenho problemas para fazer listagem com grau de importância. O post sobre as bandas que me influenciaram era pra ser um Top 5, depois mudou pra Top 10 e acabou virando uma mera listagem cujo critério de avaliação era a faixa etária.
Como tentar nunca é demais, vamos lá...

Na segunda-feira eu estava voltando da faculdade e fiquei pensando em um post pra cá. Depois de muito matutar, resolvi postar sobre músicas que envolvem fetiche. Não existe uma razão específica, mas ouvi uma que merecia um prêmio de tanta coisa que ela diz.

#3: Under My Thumb - The Rolling Stones

Eu descobri há pouco tempo que a música falava de uma relação BDSM (Bondage e SadoMasoquismo, pra quem não sabe). Shame on me! O importante é que sempre gostei da música. Basicamente, ela fala de uma relação na qual a mulher era muito controladora e, posteriormente, o homem passa a ter o controle de tudo; é a satisfação de um homem que controla uma mulher e a chama de "gata", "cadela" e "animal de estimação" no sentido de animal mesmo (a música chegou a ser acusada de anti-feminista, embora a banda tenha negado tal fato).

Trecho significativo:

"Its down to me, yes it is
The way she does just what shes told
Down to me, the change has come
Shes under my thumb
Ah, ah, say its alright"




#2: Good Friends and a Bottle of Pills - Pantera

Uma das minhas bandas favoritas tocando uma das músicas de letra mais bizarra que já vi. O cidadão come a guria de outro cara de todas as formas possíveis enquanto o macho dela estava desmaiado. A música ainda fala sobre o "comedor" imaginar que, às vezes, o desmaiado estava espiando. Ele fala alguma coisa sobre servir a muitos mestres, mas vamos ignorar esse fato.

Treco significativo:

"I fucked your girlfriend last night.
While you snored and drooled,I fucked your love.
She called me daddy and I call her baby when I smacked her ass."



#1: P.D.A. (We Just Don't Care) - John Legend

O cara é mais novo, mas se "puxou" na putaria. Ele quer fazer de tudo: comer a moça no parque à luz das estrelas (que romântico!), comer ela no restaurante onde ela trabalha, na escada de incêndio... até na cama da mãe da criatura ele quer! Além de tudo isso ele ainda espera que alguém veja a situação. É um nível bem avançado de P.D.A. (Public Display of Afection, em bom português, significa Demonstração Pública de Afeto).

Trecho significativo (eu deveria colocar a letra inteira da música... é uma putaria sem fim!):

"Ohh, we'll take a visit to your Mama's house
Creep to the bedroom while your Mama's out
Maybe she'll hear it when we scream and shout
But we'll keep it rocking until she comes knocking."


quarta-feira, 30 de julho de 2008

Deu a louca no cinema.


Eu estou de férias na casa dos meus pais e estou fazendo o ritual básico de férias por aqui: alugar todos os filmes que puder, quase um "coma tudo o que puder" (o que se aplica na casa da Vó). Como algumas locadoras são meio precárias em filmes (precisei ir pra capital pra conseguir o Laranja Mecânica quando eu tinha 14 anos e morava aqui no interior), a gente acaba é olhando nas prateleiras os títulos disponíveis e vemos o que parece interessar.


A atendente, meio impaciente, resolveu perguntar se eu precisava de ajuda. Eu respondi que não, que estava só vendo algum filme pra levar. Eis que ela resolveu me dizer que todos daquela fileira eram bons (um filme mais bizarro que o outro, mas tudo bem). Eu agradeci e acabei pegando o tipo clássico que me diverte: sátiras de filmes. A primeira vez que eu vi "Todo Mundo em Pânico 3", vi o Charlie Sheen se passando pelo Mel Gibson... G-ZUZ! COMO eu ri! Depois vi "Não É Mais Um Besteirol Americano" e "Não É Mais Uma Comédia Romântica". Todos interessantes. Baseado em todo esse background eu quis acreditar que "Deu a Louca Em Hollywood" era, no mínimo, razoavelmente bom. Resultado: não aguentei pouco mais de uma hora de filme - e me sinto muito vencedora por isso; minha mãe não aguentou nem 20 minutos.


O filme possui todos aqueles detalhes de enredo já vistos nos filmes que satirizam outros filmes, um elenco "conhecido" e um péssimo roteirista. O filme é tão ruim num aspecto geral que a menor das piadas que consegue um sucesso parece incrivelmente boa. Eles tiveram boas sacadas, mas nada fenomenal e que realmente faça com que valha a pena ver o filme inteiro. Eu, por exemplo, vou entregar sem ver todo. Tenho mais o que fazer (mentira, tô de bunda pra cima o dia todo, só quero reclamar mesmo!).

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Matanza @ Opinião, Porto Alegre – RS, 27 de julho de 2008

Eu esperei por uns dois anos pra poder ir num show do Matanza. Sempre acabava viajando e perdia os raros shows que eles fazem aqui. Dessa vez me programei, não podia perder mais um show.

A cada segundo que passava eu morria mais um pouco de ansiedade. O Matanza está, para mim, num alto patamar e ficar ansiosa não era bem uma novidade. Por volta das 9 e meia, eles entraram no palco e daí em diante foi só alegria.

Os caras tocaram todas que eu gosto, tocaram Johnny Cash e o pessoal se quebrava cada vez mais. Realmente, como diz o Jimmy, “toda noite é o mal pela raiz”. Só foi um pouco triste eles não terem tocado Mesa de Saloon. De resto, ouvimos todas as “de sempre”: Ela Roubou Meu Caminhão, Bom É Quando Faz Mal, Santa Madre Cassino... E naquela noite de chuva quase-torrencial a frase “bom de noite é ir pra rua/mesmo quando está chovendo” fez muito sentido.

Como sempre, o bom mesmo é o after. Dessa vez não foi diferente. O pessoal do “putavontadedeenlouquecer” se jogou pra dentro do Odisséia e só as fotos podem tentar explicar o estado impressionante no qual o povo ficou. Só posso agradecer à todo mundo pelas maravilhosas companhias, pelos viras de martelinho, pelas cevas, pelas risadas e por tudo mais.

Desse jeito é fácil começar a semana: domingueira com amigos, festerê e Matanza. Não quero mais nada nessa vida. Mentira, quero mais dessas.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Bandas sem as quais eu não seria o que sou hoje.

Eu sou uma pessoa que não consegue sobreviver sem música, ouço música até pra tomar banho. Nada mais justo do que colocar a cabeça pra funcionar e eleger as bandas mais importantes pra minha formação atual organizadas pela idade que eu tinha quando comecei a ouvir.
Vamos lá! Preparem-se pras trasheiras que habitam esse ser que vos escreve. :P

0 - 5: Jovem Guarda.

Leno e Lilian.

Muito antes da Adriana Calcanhoto pensar em regravar "Devolva-me", quando eu estava no útero da minha mãe (talvez ainda fosse um óvulo não-fecundado) eu já ouvia esse pessoalzinho brasileiro que mais parecia fazer versões aportuguesadas de Beatles. Por mais que Leno e Lílian não sejam tão jovem guarda, era inevitável que meu pai me fizesse cantar noite e dia algumas músicas deles (pra quem não sabe, meu pai é praticamente um multi-instrumentista e por muitos anos tocou em festas, reuniões e chás da aeronáutica em Canoas. Em casa, a gente sempre ouvia muita música e, nos fins de semana, o pai tocava teclado e eu cantava os grandes sucessos da música nacional e internacional).

Renato e Seus Blue Caps.

Entra na mesma linha de Leno e Lilian, a diferença é que esses realmente faziam umas versões de Beatles. Até hoje eu canto com a banda do meu pai algumas músicas deles. Acho muito lindinhas, apesar de serem beeem simples. RSBC, pra mim, é a prova de que é possível fazer versões boas - coisa que creio ser muito complicado hoje em dia (depois de Mordidas de Amor, do Yahoo, como versão pra Love Bites do Def Leppard, eu tive sérios problemas pra sobreviver... mas esse é assunto pra um outro post).

5 anos, 1º marco importante: Revolver!

Eu lembro muito bem de um domingo super chuvoso, de um jogo do Grêmio (líder isolado! feitoria!) com o Botafogo (que ganhamos de 2 a 1). Eu e os meus pais fomos ao jogo de carro e, na volta, tinha tanta chuva e tanto fluxo de automóveis que preferimos ficar um tempo no carro e esperar grande parte do pessoal sair. Pois bem, foi nesse dia que meu pai colocou no CD-player o "HELP", dos Beatles. Minha vida estava começando a mudar. Algumas semanas depois, eu estava em casa de bobeira (no auge dos meus 5 anos). Resolvi abrir a gaveta de CDs dos meus pais e reconheci a grande fileira de CDs dos Beatles. Dei uma olhada em cada um deles e escolhi o Revolver. Acredito que não podia ter escolhido um CD melhor para ouvir. Até hoje é o meu favorito: eles estavam doidões, tinha voltado da índia e fizeram grandes músicas. A vida nunca mais foi a mesma depois desse CD!

5 - 10: MPB e Bossa e Frank Sinatra.

Toquinho, Belchior, Elis Regina, Gilberto Gil...

Nessa época da minha vida a minha formação musical tava ficando cada vez melhor. Graças a essa fase eu não tive o preconceito de que música brasileira é ruim. Até hoje eu me cago tentando tocar no violão algumas músicas que eu ouvia nessa época e não tem cristo que faça eu conseguir (sim, eu sou ruim, mas o que vale é a intenção). Se eu nunca tivesse ouvido essas pessoas (obrigada mãe e pai!), eu provavelmente não cantaria o que canto hoje em dia.

Tom Jobim, Vinícius de Moraes e Chico Buarque.

Sem esses eu definitivamente não seria ninguém. Tom Jobim era uma coisa inerente à minha pessoa, posto que me chamo Luísa e a mãe adorava me fazer ouvir a música "Luiza" (acho que já ouvi todas as regravações existentes). Vinícius sempre foi lindo e maravilhoso e escrevia coisas geniais. Mas o grande mérito é o Chico Buarque! Ele é o cara que compôs várias músicas que eu gostava e ouvia pela Nara Leão, dentre outros. O caso é que eu tinha um pouquinho de preconceito com ele. Eu achava ele "samba" demais. Ok, eu explico: eu tinha 10 anos, ouvia coisas mais "pesadas" e achava que samba não podia ser bom. Por isso que o mérito é do cara (e do meu pai, que me obrigou a sentar e ouvir um CD inteiro!). Depois de ouvir uma vez, nunca mais parei.

Frank Sinatra.

Aí entra o Tony Bennett e o Louis Armstrong também. Graças a esses dois, eu virei uma pessoa apaixonada por música clássica americana e pelos melhores do Jazz. Negócio vai bem além de "New York, New York". Vai pra "Foggy Day", "They Can't Take That Away From Me" e todas as músicas que tocam em filmes românticos que se passam em um natal/inverno em NYC.

10-15: Pop, Quebradeira, Farofada e Progressivo!

Michael Jackson.

Como boa guriazinha, eu ouvia música pop. Já fui apaixonada pelo Michael Jackson (época de quando ele era negrinho e "bonitinho" e fazia duetos com o Paul McCartney) e ainda tenho o CD "Bad" dele. Permaneço achando o cara genial até hoje, apesar de ignorar a fase branquelo-sem-nariz dele.

Pantera.

Ok, essa tá distoando muito das outras, mas se não fosse pelo Pantera eu nunca teria começado a ouvir todas essas bandas de trash que eu tanto amo. Na verdade, Pantera abriu minha mente pra coisas mais pesadas. Lembro da tristeza de todo mundo quando o Dimebag Darrell morreu, lembro das "festas" com o "Vulgar Display of Power" tocando a todo volume... Pantera foi praticamente a trilha sonora dos meus 15 anos.

Farofada!

É, como se não bastasse todo o glitter do Michael Jackson, eu adentrei o mundo do Hair Metal e do Hard Rock farofa. E tem mais: a-do-rei!
Foi a época em que a minha coluna mais sofreu: eu andava de salto agulha por ruas de pavimentação duvidosa (leia-se paralelepípedos irregulares), usava meia arrastão... só não tinha poodle-hair porque meu cabelo era comprido. Essa paixão toda fez com que eu e a minha tia tívessmos várias conversas sobre o Jon Bon Jovi ser o cara mais maravilhoso que já pisou na face da Terra (essa a Cler, do hitnarede.com, vai adorar!).

Genesis.

É, no auge dos 15 anos eu ganhei do meu tio um vinil do Genesis que, até hoje, é o meu favorito: Selling England By The Pound. Não troco esse álbum por nada, acho ele fantástico e até já virou dica musical lá no Faneinbox. Acho os caras geniais e praticamente dispensa apresentações. Era a banda do Phill Collins, fazia um som progressivo de primeira! Sem Genesis, não teria a base que tenho hoje pra progressivos fodas.

15-20: a fronteira final?

Bom, depois de tantas bandas computadas na playlist cerebral, eu ainda consegui incluir mais coisas.

Do Alternativo ao Indie.

Em alguns momentos da vida a gente se depara com coisas novas e boas. Isso aconteceu quando eu ouvi pela primeira vez Kings of Convenience. Bossa, indie, alternativo... tudo misturado (e muito bem misturado, diga-se de passagem!). É o que me acalma, me deixa feliz, me deixa com saudades. Depois disso veio La Rocca, Of Montreal, Bright Eyes... tanta coisa que eu nem sei se consigo enumerar. O grande agradecido dessa vez é o Rust, por ter me inserido completamente nesse mundo em uma época em que eu acreditava que Killers e Interpol eram a nata da coisa. Engano meu!

Progressivos brasileiros: é possível!

A Cor do Som não era uma novidade pra mim. A banda de apoio dos Novos Baianos era velha conhecida, a mãe sempre ouviu... só caiu no esquecimento pra voltar agora. O mais legal é mostrar pra mãe a música "Frutificar" (foda pra caralho!!) e ouvir ela dizer que adora essa música!
Tanto A Cor do Som, quanto Novos Baianos são a prova de que progressivo brasileiro tem qualidade e é mais do que possível, é necessário!

E agora, José?

Eis que eu chego mais perto dos 20 anos e me questiono: o que eu vou ouvir nas próximas décadas? No ressurgimento de B52's de uma maneira BEM decadente, eu tenho medo do que pode aparecer. No entanto, se eu puder permanecer ouvindo o que eu sempre ouvi, vai ser maravilhoso.

P.S.: Esse post ficou mais gigantesco do que eu pensei que ficaria. Muita gente ficou de fora dessa lista (Iron Maiden, Carl Perkins, Elvis, Johnny Cash, Blind Guardian...), mas se eu for ficar falando sobre todas as bandas que eu gosto, esse post nunca vai terminar.

sábado, 19 de julho de 2008

Comportamento de solteiro: lei universal?

Eu, como boa viciada (e crente total) em Sex & The City, me peguei pensando numa noite dessas sobre um tópico discutido durante um episódio (aquele em que a Carrie vai morar com o Aidan e reclama da falta de privacidade): comportamento de solteiro.

Esse tipo de comportamento consiste em fazer coisas que geralmente se faz quando está sozinho e que não tem muita explicação/sentido. Exemplo dado no programa: ouvir música ruim enquanto limpa a casa. Eu possuo esse comportamento. Quando era assinante de Tv a cabo (anos dourados!) e resolvia limpar a casa, eu sempre colocava em algum canal de áudio bem vergonhoso (tipo o de música latina ou algum que tivesse algo pop-velharia envolvido). Se alguém chegasse aqui em casa eu provavelmente colocaria num canal de rock internacional ou no de jazz pra ser mais cult. Típico single behavior! E, convenhamos, fazer faxina com trasheira 80's é a melhor coisa do mundo e é quase digno de uma vassoura sendo feita de microfone.

Além de tudo isso, tenho minha tarde e/ou noite dedicada completamente à minha bíblia (a Vogue - sim, sou bem mulherzinha!), tenho mania de dormir com o rádio ligado, de fumar um último cigarro na cama... coisas que provavelmente não faria se morasse com um cônjuge. Sei que isso parece be abobado, mas até que faz sentido. É como se esse tipo de comportamento fosse tão privado quato os nossos pensamentos.

Alguém tem algum comportamento de solteiro bizarro? Fiquei curiosa pra saber se a lei é universal mesmo.


P.S.: Depois de ter um tratamento intensivo na GIG ROCK pra descobrir bandas que são hype no momento, me deparei na MTV (sim, não tenho mais o que fazer) com uma música legalzita da banda The Ting Tings. Clássico eletrorock - nesse caso mais eletro do que rock -, quase um eletroindie (isso existe?). As músicas mais tocadas e mais "famosas" são meio enjoadinhas (ainda mais quando o Beco faz você enjoar delas), mas tem umas outras bem interessantes. Só conheço o CD de 2008, o "We Started Nothing" e é uma boa dica pra quem gosta dessas bandas modernosas.
Aliás, ver MTV, achar um clipe interessante e colocar o CD dos caras pra baixar é mais um comportamento de solteiro meu.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

GIG ROCK: Décima (última. ufa!) Noite.

Muito bem, chegamos (finalmente!!!) à última noite da quinta edição da GIG ROCK. Foram 48 bandas tocando em 10 dias lá no Porão do Beco. Confiram no final do post o "Top 5 Momentos divertidos da GIG ROCK".

Aviso: a crítica da banda seguinte está comprometida com toques pessoais devido ao fato de eu conhecer um dos caras!


A Red so Deep é uma banda que eu queria ver há um bom tempo e não me decepcionei. Eles estavam lançando sei EP, o “As black furniture makes cat hair appear”, e fizeram um ótimo show. Talvez, caso se mechessem um pouco mais no palco, seria um show melhor ainda. No entanto, em questão de qualidade, não posso reclamar. Vocalizações bem impostas e timbragem legal são apenas duas das várias qualidades da ARSD. Até do clipe dos caras eu gostei!

Eu já havia estado presente em um show da Damn Laser Vampires, já tinha visto os caras no Drops RS da MTV e já tinha ouvido falar milhares de coisas deles - aparentemente eles estão bem importantes na cena. No entanto, como querem tocar psychobilly SEM UM BAIXO? Fiquei confusa com esse detalhe. No geral, eles são interessantes pelo apelo visual, diria até que são um tanto performáticos e corajosos (Cat Suit não é pra todos!), mas não são nada que marque uma vida.

A El Mato a Un Policia Motorizado era a outra banda estrangeira dando as caras pela GIG. Fazem um indie bem feitinho, com as suas influências (Yo La Tengo, Weezer, Jesus and Mary Chain) bem visíveis.

A Superguidis fechou a noite e o festival com uma apresentação (e discurso que, como eles mesmos disseram, parecia um jogral) do Vitor e do Iuri, alvos dos agradecimentos das 48 bandas que tocaram no festival. Eu nunca tinha visto nenhum show deles e percebi que eles eram mais "pesados" do que eu imaginava. Nessa hora era quase impossível se mecher na pista. Aparentemente, todo mundo foi para assistir ao show da Superguidis - que, por sinal, fez um ótimo show!



Balanço Geral da GIG ROCK:
- Muita ceva;
- Muita gente circulando;
- Grande companhia do Fanny;
- Bandas que eu queria ver: Severo em Marcha, Frank Jorge, Locomotores, Eu, Zé e os Cara, Disrupted Inc., Lautmusik, Identidade, A Red So Deep.
- Bandas que me surpreenderam: Supergatas, Redoma, Alcaphones, Grosseria, No Rest, Bandinha Di Dá Dó, Suptropicais, Fruet e os Cozinheiros.

Top 5 Momentos Bizarros:
1) A adoração da parte dos DJs por Strokes a ponto de tocar todas as noites duas músicas deles.
2) Carlinhos (da BideouBalde/Império da Lã) caindo e rasgando a calça durante o show, além de esquecer de letras - ok, essa eu não vi, mas o Fanny me contou e merecia estar em um Top 5.
3) Guitarristas COMPLETAMENTE fakes (ficadica: Poliéster!) tocando 2 acordes umas 3 vezes em uma música.
4) Guspidas (anônimo, fique sabendo que pode tanto "guspe" quanto "cuspe", ok?) de verveja de bandas so-called punk (tá mais pra rockstar wannabe).
5) Vendinha de livros/revistas que a Chicken's Call fez no cantinho da pista.


Bom, como as bandas agradeceram, eu também quero!
Obrigada Vitor, Iuri e Beco pela oportunidade.
E um beijo especialmente pra você, Xuxa!

quinta-feira, 17 de julho de 2008

GIG ROCK: Oitava noite.

Saindo diretaço do Ceva&Blogs 4 (que em breve será assunto de um post aqui no blog), rumei para o Porão do Beco ver a oitava noite da GIG ROCK que contou com as bandas Yanto Laitano, Andina, Identidade e Flutuantes.

Quando cheguei no Porão o Yanto Laitano já estava lá tocando seu teclado. Logo depois juntaram-se a ele um baixista e um baterista. O som me lembrou muito Fito Paez, mas tem qualidade.

Logo em seguida, a Andina subiu ao palco. Sinceramente, foi apenas mais uma banda indie que tocou na GIG ROCK (e olha que eu gosto de indie!). A única coisa que me chamou a atenção foi o fato de que os músicos aparentavam gostar de trocar de posições. Gostavam tanto que, numa determinada hora, haviam três guitarristas no palco. Achei meio excessivo isso, mas tudo bem.

A figurinha importante da noite era a Identidade. Eu tinha assistido um show de abertura deles pro Júpiter Maçã (não vamos comentar agora sobre esse cidadão, tudo em seu tempo!) no ano retrasado e foi muito perceptível a mudança da banda daquela época para agora. Isso sem falar no público: um bando de guriazinhas vestidas como se tivessem recém saído dos anos 60 (vestidinhos, fitas e tudo mais), que acreditavam dançar muito bem e que olhavam com uma cara de admiração para o palco que até eu me impressionei. Na minha primeira vez com a Identidade as pessoas queria era ver o Júpiter, não me lembro de ter muita gente na frente do palco cantando. Sem dúvida, a banda cresceu muito de lá pra cá, tem músicas interessantes e é ouvível, mas não em demasia.

Fechando a noite, a Flutuantes confirmou o que eu já tinha visto em um outro show deles há um tempinho atrás: eles têm qualidade, têm presença de palco e as músicas são muito boas. Uma pena terem sido ofuscados um pouco pela Identidade. Até em votação pra representar o Brasil num festival independente na gringolândia os caras estão presentes. No mínimo uma visitinha no MySpace deles tem de rolar!

P.S.: Não me fiz presente no sábado, mas tudo pode ser encontrado no FaneInBox.

GIG ROCK: Sétima Noite.

A Reverso Revolver foi a primeira banda a subir no palco e mais uma banda que fez com que todos nós detestássemos mais ainda Strokes (eles eram muito parecidos). Sinceramente, Strokes é legalzito, mas ouvir TODAS AS NOITES duas músicas deles é meio demais. Os caras são bons, mas são mais uma banda a soar tipo Strokes.

Eu estava há tempos querendo ver um show da Fruet e os Cozinheiros e a GIG ROCK parecia ser a melhor oportunidade. Os caras tem ótimas composições, um som meio peculiar e fazem um ótimo show. Eu confesso ser fã de misturebas sonoras. Claro que sempre há uma possibilidade de sair uma porcaria, mas, quando se sabe misturar (como é o caso do Fruet) a tendência é surgir algo muito interessante.

No dia em que fui pr Cabaret do Beco ver o Will Sergeant discotecar, eu fiquei sabendo que a banda de uma das djs do lugar ia tocar na GIG ROCK. Como eu estava achando interessante a discotecagem dela, fiquei curiosa para ouvir a banda - Lautmusik. O palco foi superlotado de pedais de efeito (até a vocalista tinha um pedal de reverb) para tocar um rock alternativo 90's... basicamente Siouxsie and The Banshees. O som estava realmente muito embolado e tinha uma guitarra que, a todo momento, dava sinal de vida. A banda é ótima quando se ouve uma gravação. Eles são maravilhosos, com músicas geniais. Já ao vivo, o negócio perde a qualidade e eu quero crer que isso ocorre devido à falta de estrutura pra todo esse reverb.

No momento seguinte eu tive um déjà-vu. A Planondas ia tocar DE NOVO? Ah, não, era a Space Rave, só os "frontmen" eram os mesmos (o guitarrista e a baixista da Planondas). Se eu tinha gostado da Planondas, eu não aguentei muito bem a Space Rave. Ok, ou estou ficando velha ou a banda é MUITO gritada. Eles não são ruins, só não me agradam.

A banda que fechou a noite foi a Subtropicais. Era mais uma banda que figurava a lista "bandas que eu quero ver!". E, de fato, foi um ótimo show. O baixista também esteve tocando com a Fruet e os Cozinheiros, e talvez isso dê uma semelhança entre as bandas - a diferença é que os Subtropicais têm mais brasilidade, mais percussão. Sem dúvidas, o show não decepcionou. Na verdade, tive até uma melhor impressão do que tive quando ouvi o MySpace deles.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

GIG ROCK: Quinta e Sexta Noite

(Confesso ser meio difícil comentar sobre noites, como a quinta, que tinham na sua maioria bandas de hardcore pelo conhecimento superficial do estilo! Devido a isso, vou comentar as bandas mais marcantes.)

A quinta edição da GIG ROCK contou com dois dias de Porrada!

Na quinta noite subiram ao palco as bandas Burning Brain, Grosseria, Disrupted Inc., 6sicks6 e XamorX. Era a noite para bater muita cabeça e se jogar no moshpit. As mais diferentes eram a Disrupted Inc. (deathcore) e a 6sicks6 (metalcore) - as demais bandas eram de hardcore. O público marcou presença, mostrando que é muito válido ceder um espaço às bandas mais pesadas em um festival que é quase lotado de bandas indies.
Destaques da noite: Grosseria é uma banda que contém dois integrantes de uma outra banda dos anos 90 de hardcore, abrirá para o Matanza no dia 27 de julho e me fez querer ter as músicas em casa (e isso que, como eu tinha comentado antes, eu nem sou muito fã de HC). Já a XamorX fez com que eu me sentisse num arraial. Sim, até pipoca tava rolando, além de os caras estarem caracterizados de caipiras. Sem dúvida alguma foi a banda que marcou de uma forma divertida a primeira noite de GigPorrada.

Já na sexta noite - segunda noite de Gig Porrada - a escalação era Chaka, M.I.P.V. (Músicas Intermináveis Para Viagens), No Rest, Chicken's Call e Bandinha Di Dá Dó.

A M.I.P.V. é uma ótima banda (na verdade é uma dupla) que toca som instrumental. A única coisa que me deixou encomodada é o fato de parecer algo meio interminável (bom, agora o nome da banda faz sentido). Veja bem, para ouvir em casa é ótimo, mas para show é meio estranho: a pessoa sempre fica esperando que entre o vocal mas ele nunca entra. De qualquer maneira, é uma banda cheia de qualidade.

A No Rest foi uma banda que me impressionou (e muito!). Com uma mulher no vocal e instrumentistas ótimos, a banda já bem antiga mostrou que sabia muito bem o que fazer no palco.

Uma banda que muitos foram para ver foi a Chicken's Call, banda da França (e que está em turnê com a No Rest) que me agradou muito. Até banquinha de livros/revistas os caras montaram no meio da GIG. Foi incrivelmente divertido ver o Wander Wildner apresentar a CC numa língua que era para ser francês mas mais parecia embromation. Sem dúvida alguma veria outros shows da CC com a No Rest, foi uma ótima combinação.

Para fechar a sexta noite de GIG e a segunda noite de GigPorrada subiu ao palco a Bandinha Di Dá Dó, que dedicou suas músicas à todas as bandas que já tinham tocado no palco naquela noite. Creio que era a banda mais diferente de todas as outras: ela é composta por palhaços - mas daqueles palhaços meio pobres - que tocam músicas misturando o som circense com vários elementos de rock, estilo esse chamado de Clown Music. Eu achava super inovador a minha banda ter uma música que envolve música circense... nos colocaram no chinelo! Melhor banda da noite e, até então, melhor banda do festival.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

GIG ROCK: Quarta noite.

Segunda-feira normalmente é um dia que pouca gente sai e acreditei que teria menos gente do que já tinha no domingo.

A primeira banda (que tava mais pra dupla) a subir ao palco foi a FENX. Era o primeiro show de uma banda que tinha apenas 5 meses de idade, o que explica muitos errinhos que surgiram durante o show. A FENX é composta por uma vocalista, um guitarrista e um notebook, sem contar com a "mini-legião" de fãs que até cartazes levaram. Com detalhes de eletrorock, algumas letras que, pelo que dava para entender, tinham detalhes de dadaísmo e uma voz bem bonita. No entanto, é meio estranho assistir a um show desse tipo sem estar sentado. As músicas não eram exatamente agitadas a ponto da pessoa sair dançando, mas tinham qualidade. Provavelmente daqui a alguns meses, após um ganho de experiência, a banda terá mais qualidade ainda.

Voltando à onde indie rock, surge uma banda que lembra bastante Oasis: Gullivers. O som dos caras, como eles mesmo comentam no MySpace é britrock 60's e 90's, e vale a pena dar uma conferida. Não sei se foi por falta de retorno com um volume decente ou se por falta de habilidade, mas o vocalista é levemente desafinadinho, exceto em uma das últimas músicas que possuia uma intro apenas com guitarra e voz; nessa hora o vocalista cantou bem direitinho. Daí, resta a dúvida: será que ele é ruinzinho ou era erro do pessoal da mesa?

Aviso: a crítica da banda seguinte está comprometida com toques pessoais devido ao fato de eu gostar (pra caralho) dos caras!

A terceira banda a subir ao palco foi a Eu, o Zé e os Cara. Foi engraçado o fato de ter mais fotógrafos na frente deles do que público mesmo. De qualquer maneira, a EZC toca um rock'n'roll totalmente excelente com letras que possuem palavras bem supimpa, como "carinha". Sou partidária das mesmas opiniões do Fanny: "Mas eu não sei porque eles insistem em queimar 'Faca na Bota' logo de cara em quase todos os shows que é, na minha opinião, a melhor música deles." e também acredito que eles poderiam estar mais empolgados com o show, o que creio ter sido fruto da falta de pessoas na pista (só tinha os fotógrafos fazendo seu trabalho e os amigos da banda bem felizes cantando as músicas!). De qualquer maneira, a EZC é uma ótima banda e eu não me cansaria de ir em shows.

Rockfort não é das coisas mais incríveis do mundo. Na verdade, eu achei eles beeem meia-boca. Muita pose, muito grito e nada me marcou de verdadinha. Eles fizeram um cover de Doors que não foi nada de mais apesar de ser interessante saber dessas influências bizarras de bandas punk.

Para fechar a noite de uma maneira, no mínimo, engraçada, subiu ao palco a Alcaphones. Mais pareciam que eles tinha saído do filme o Poderoso Chefão. O baixista, um tiozão, era o Don Corleone, o guitarrista era o Sony e o vocalista era o Michael Corleone. Só ficamos na dúvida sobre quem o baterista seria. Os caras faziam um mix de rock antigão com uns toques mais modernos. De qualquer maneira, o grande ápice do show foi o baixista: o cara, como eu já tinha dito, é um tiozão muito faceiro que toca totalmente emocionado. A pessoa se divertia só de ver o cara tocar! Sem dúvida alguma, veria muito mais vezes!

GIG ROCK: Terceira Noite.

(Se o dress code da primeira noite era o All Star branco, sem dúvidas o da terceira noite eram os dreads.)


Dessa noite apenas uma banda eu já conhecia: a Morgan Le Femme, que foi a primeira a tocar na noite de domingo. Eu, novamente, fui falha e só peguei o finalzinho do show delas. Portanto, vou comentar o que conheço da banda (já vi uns 3 shows delas) e vou comentar a música que eu ouvi no show: Helter Skelter. Bandas formadas apenas por mulheres sempre são a possibilidade de um problema; são poucas as bandas que realmente conseguem superar o patamar comum de mulheres tocando instrumentos (que numa visão beeem generalizada, tende a ser meia-boca), a maior parte fica no básico-médio. A vocalização da Panny realmente me agrada, eu gosto do timbre dela, apesar de achar meio parecido com o da Pitty. A única coisa que eu acho que fica um pouquinho falha é a falta de demonstração de talento da guitarrista. Veja bem, não estou dizendo que ela é ruim, o que estou dizendo é que ela não demonstra tudo o que ela sabe (ou será que ela só sabe aquilo? Creio que não!). Quando cheguei, estavam tocando Helter Skelter (como já tinha comentado antes), música que praticamente sempre usam para finalizar seus shows. É um bom cover de um clássico dos Beatles que casa bem com a Morgan.

Como a noite tinha uma grande presença das mulheres, a banda seguinte foi a Redoma, banda de New Metal com uma mulher no vocal, que abriu para o Evanescence no show que eles fizeram aqui em Porto Alegre. No entanto, a única semelhança que eu percebi entre as duas bandas era o vocal feminino que, no caso da Redoma, suavizava o som. Confesso ser complicado comentar sobre essa banda devido ao fato de eu ter poucos conhecimentos nesse estilo de metal. De qualquer maneira, a banda era boa, o som era bom e as pessoas aparentavam estar gostando. No final do show, eles comentaram que estariam fazendo um show como banda cover de System of a Down, o que me deixou MUITO curiosa - até porque eu gosto razoavelmente bastante de SOAD.

No momento da terceira banda subir ao palco o local já tinha esvaziado bastante, o que mostra que muita gente foi especialmente ver a Redoma. E, sinceramente, se não tivesse a Los Vatos, banda da qual eu já tinha ouvido falar bem, eu teria ido embora. Vou me utilizar novamente das palavras do Fanny para descrever brevemente a banda Yesomar: "Dê uma guitarra para um cara de aproximadamente 28 anos que pensa e age como um de 15 anos, resultado: Som no talo embolado, performaces bizarras e o relaxamento quanto a qualidade do show foi absurda". Como eu também já havia comentado aqui no blog em um drops direto lá da GIG ROCK, nos guspiram. Não sei se foi o guitarrista-vocalista-mangolão ou se foi o baixista, mas um dos dois nos guspiu cerveja. Aquilo foi o suficiente para me fazer querer ir embora ou, no mínimo, querer dar uma reta e outra cruzada na cara do guitarrista-vocalista-mangolão. Gente babaca que toca mal e canta mal não deveria ter o direito que tocar em festivais que colocam no mesmo palco toda essa gente que já tocou, pricipalmente por não respeitarem o público e pessoas que estão ali pra falar deles. No drops eu já tinha falado o bastante sobre eles então vou encerrar a minha crítica sobre a Yesomar por aqui.

Depois da pior banda do mundo, veio uma que me fez voltar aos tempos em que eu morava no interior (Santa Cruz do Sul), tinha 14 anos e frequentava os festivais de rock que a União dos Estudantes fazia. Naquela época a maior parte das bandas eram ou de punk "ramonero" ou de punk mais modernoso, tipo Blink 182. A Los Vatos é uma banda que tem 10 anos de estrada e, de fato, é muito boa. Nada de poserismo, nada de frescura. Riffs legais, letras legais (até falar em "fazer amor" os caras falavam) e um show que valia a pena assistir. De fato, salvaram a terceira noite do fim desastroso que a Yesomar poderia ter proporcionado.

GIG ROCK: Segunda Noite.

A segunda noite da GIG ROCK, no sábado do dia 05/07, prometia ser uma das mais movimentadas devido à presença do Frank Jorge e dos Locomotores. De fato, foi uma grande noite. Devido à problemas técnicos, eu não pude assistir aos dois primeiros shows, que foram da banda Apanhador Só e Tom Bloch. Para que se tenha uma noção de como foram os shows, aqui vai o que o Fanny disse sobre eles:

"Quem inaugura a noite é a banda Apanhador Só. Som bacana, percusões malucas e letras criativas. Por algumas vezes deu vontade de sair dançando como em um “arasta-pé“. E não foi só eu, teve gente que arriscou alguns poucos passinhos - limitados pelos pouco espaço. De uma noite cheia de destaques. O Apanhador foi, além de destaque, uma surpresa.

O Rock Pop do Tom Bloch encantou as moças, a Gisele me informou que gostava de Tom Bloch e quando ouvi entendi tudo: Som para mulher, no bom sentido. Melhor, som para conquistar mulher. Hora Dançante, hora melódico, com suas letras emocionais - mas não bregas, misturada a um instrumental bem trabalhado, Tom Bloch acerta em cheio o apelo feminino. Falando em mulheres, tinha para todos os gostos e dançavam no compasso que a música pedia."

Devido à quantidade de pessoas presentes era quase impossível se mecher pela pista. Para pessoas desprovidas de altura (como eu) era difícil assistir os shows com tranquilidade. Na verdade, as grandes opiniões dos que não viram (mas ouviram) podem ser afirmadas com base nas reações das pessoas.

O show da Locomotores foi o primeiro a movimentar com pleno sucesso a noite. Essa era mais uma banda que eu tinha vontade de ver apesar de conhecer poucas músicas (já tinha ouvido "Vermelha" na rádio Ipanema). Na verdade, eu não vi o show, apenas ouvi. Posso afirmar que, realmente foi um grande show e que não me decepcionou. O público cantava numa felicidade genial, dançava e quando tocaram "Vermelha" e "Nessa Vida" tiveram seu auge. Eu me sinto repetitiva de comentar o show dos caras. Eles foram muito bons e eu gostaria muito de vê-los (só que dessa vez de verdadinha) novamente.

Os organizadores da GIG ROCK foram muito espertos e logo depois da Locomotores colocaram o Frank Jorge a tocar. Eu sou fã convicta de Graforréia Xilarmônica, daquele tipo que aos 13 anos ouvia loucamente a música "Amigo Punk". Ver o Frank Jorge tocando foi sentir um pouquinho do que é sentido ao ver a Graforréia (que, aliás, faz show no domingo dia 13/07 lá no Gasômetro a partir das 14h). O som dele é algo meio "rock-brega" como o Fanny já comentou. Além das músicas de "baile", eles tocaram o grande hino "Amigo Punk" e o hino do Flávio Basso (o Júpiter Maçã): "Lugar do Caralho". Sem dúvida alguma, foi mais um grande show, daqueles pra pessoa se divertir até não poder mais.

Para fechar a segunda noite, subiu ao palco a banda Supergatas, que possuem uma aparência de glam rock, mas um rock mais eletrorock. Eu, como pessoa que ouve eletrorock, me diverti do início ao fim. O vocalista tinha pintado no rosto um raio, igual ao do Bowie naquelas imagens clássicas e o baterista estava vestido de mulher. Além de todo o apelo visual, a banda lançou o mantra da noite que, sem dúvida, ficou na cabeça de muita gente por alguns dias (pelo menos na minha ficou!): "cu que é bom ninguém quer dar, só quer comer!". Eles tocaram alguns medleys (ou o clássico pout-pourri) que misturaram Gwen Steffani e Madonna além de outros que ficaram um pouco irreconhecíveis pra mim, posto que só era possível entender qual música era quando se entendia a letra (e, dependendo do momento, isso ficava complicado). De acordo com o blog da Dani Hyde sobre o primeiro show da Supergatas, “a insanidade coletiva (um bordão falecido) invadiu o recinto... Foi lindo, não consigo pensar outra coisa se não o fato de que os próximos shows da minha vida serão um tédio.” Acho que nada mais precisa ser dito sobre o show depois desse comentário.

A segunda noite foi a melhor até então, cheia de surpresas e de confirmações.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Você e o Canibalismo

Pausa básica para falar bobagem.
Eu estava lendo com o Fanny os feeds dele e vi no blog do Daniel Becher um post sobre como falar sobre o seu peso sem passar vergonha. Na hora percebi que precisava ler aquilo! Existem inúmeras coisas "vergonhosas" de se contar: peso, idade e, no meu caso, altura. Falar da minha altura já virou motivo de piadas provenientes de mim mesma - afinal de contas, é melhor fazer piada de si mesmo antes que os outros resolvam fazer!
Voltemos ao caso peso. Como sempre, a internet consegue criar umas coisas bizarras que não se sabe daonde surgem e muito menos para onde vão. A bola da vez é o recurso de descobrir quantos canibais você poderia alimentar. Estranho? Olha, eu diria divertido, além de ser uma alternativa para as perguntas chatas de peso. Eu fiz o meu:

How many cannibals could your body feed?
Created by OnePlusYou


E você? Quantos canibais se alimentariam do seu corpinho?

segunda-feira, 7 de julho de 2008

GIG ROCK: Primeira Noite.

Já foram 3 dias de GIG ROCK, sendo que a escalação das bandas do primeiro dia foi Valentinos, Severo em Marcha, Cartolas, Poliéster e Planondas; do segundo dia foi Apanhador Só, Tom Bloch, Locomotores, Frank Jorge e Supergatas; do terceiro foi Morgan Le Femme, Redoma, Yesomar, Alcalóides e Los Vattos.

Primeiro Dia.
(Se a primeira noite tivesse um dress code, ele seria o All Star branco - todas as bandas tinham, no mínimo, um integrante que usava um.)

Acreditávamos que o Porão do Beco não estaria muito cheio no primeiro dia, apesar dos Cartolas tocarem. No início, o som estava meio embolado, mas assim que tudo se resolveu tivemos boas surpresas.





Os Valentinos começaram na hora em que havia um leve problema no som e foi um tanto complicado. Logo em seguida tudo melhorou e deu pra ver que os caras são bem interessantes, até "The Importance of Being Idle" do Oasis os caras tocaram.





A segunda banda foi a Severo em Marcha, banda que eu não conhecia mas tinha vontade de conhecer. Os caras são muito divertidos - um dos vocalistas ficava fazendo "piadinhas" nos intervalos das músicas - e tocam um som muito bom. Como o Fanny (meu fiel escudeiro e fotógrafo) disse, é uma banda que eu ouviria normalmente e veria novamente um show.



A banda que veio a seguir era a figurinha
carimbada da noite: Cartolas.
Apesar de eles serem bem famosos na cena, eu ainda não tinha ouvido nada decentemente deles, só no rádio. Eu confesso que gostei do som, mas tive problemas ao ver o vocalista. O cara era meio afetado demais e eu cheguei a acreditar que ele era um gêmeo mal-formado do Júpiter Maçã. Bizarrices à parte, eu gostei dos Cartolas.




Já não posso dizer o mesmo da banda seguinte: Poliéster. Não entendi a idéia dos caras, não entendi o som e só percebi que eles gostam muito de dizer "tchururu" e "lalala", além de suas variações. Senti que havia alguma influência de LCD Soundsystem (banda que eu gosto). Só. Era meio incompreensível o que eles estavam tentando fazer - e tocar - e mal dava pra entender o que o vocalista cantava - só decifrei a música "Poliéster". Além de não ter entendido os caras, não gostei e não veria novamente. Só para dar uma ajuda: segundo a comunidade dos caras no orkut, eles fazem um pop alternativo (que eu achei alternativo DEMAIS)

A quinta e última banda fez com que eu voltasse aos meus 13 anos, época em que eu ouvia Bikini Kill e Dominatrix. A vocalista da Planondas lembrava fisicamente a Joan Jett e tocava um "rock nervoso". Uma pena já estar tão tarde e eu já me sentir cansada, seria um bom show pra curtir. Tocaram uma música da banda Biônica, banda que, segundo a vocalista, era a sua favorita. Quando ela disse isso eu não pude deixar de fazer leves comparações e, sim, eles lembram MUITO a Biônica! Com certeza, se eu tivesse ainda os meus 13 anos e os gostos que eu tinha naquela época, eu veria a banda muitas outras vezes.